Com sua mania de analisar ambientes e situações, Mônica de imediato percebeu o tímido rapaz, de sorriso sem jeito, escondido pelos cantos do pub. Alto, magro, ombros largos e com lindos olhos verdes. Era, sem dúvidas, o homem mais bonito da noite e estava sozinho. Sem acreditar na própria sorte, ela foi em busca de sua melhor amiga, para colher mais informações e juntas traçarem a estratégia da investida.
- Lu, acabei de ver uma obra prima, pertinho do banheiro, venha comigo, quero que você o veja também e me assessore – disse aos berros enquanto puxava a amiga pelo braço.
- Qual deles é?
- Aquele ali, de camiseta verde, está vendo? Você o conhece?
- Conheço – confirmou sem entusiasmo a amiga – é o Gabriel língua de lixa.
- O quê? Conte isso direito, não me mate de angústia.
Revirando os olhos, Luciana contou detalhadamente que Gabriel era conhecido por ter uma língua grudenta e áspera. Fato esse provado e comprovado por todas que ele já tinha beijado.
- E olhe que foram muitas, a notícia da incomum língua de lixa correu a cidade e todas queriam testar.
- Todas queriam? Por quê? É gostoso o beijo? Afinal é uma língua especial, essa língua de lixa, deve fazer coisas maravilhosas – falou uma novamente animada Mônica, enfatizando bem o maravilhosas.
- Dizem que é nauseante o beijo. Não sei assim outras coisas, aparentemente ninguém avançou o sinal com ele.
- Luciana, me conte direito. O que tem de ruim em um beijo com língua de lixa, por que falam tão mal dele?
- Ah, Mônica, eu não sei, eu não o beijei, mas todo mundo que beijou odiou. Se você está tão curiosa, vá lá e o beije, tire logo essa dúvida, vá sentir aquela língua áspera e pegajosa grudando na sua.
- Calma, calma, não precisa se exaltar. Eu já acreditei que seja ruim esse beijo do língua de lixa, não quero mais experimentar não. Mas ele é tão lindo que eu estou pensando, será que se eu falar com jeitinho, ele se incomoda de pularmos os beijos e eu testar essa língua em outras partes?
- Lu, acabei de ver uma obra prima, pertinho do banheiro, venha comigo, quero que você o veja também e me assessore – disse aos berros enquanto puxava a amiga pelo braço.
- Qual deles é?
- Aquele ali, de camiseta verde, está vendo? Você o conhece?
- Conheço – confirmou sem entusiasmo a amiga – é o Gabriel língua de lixa.
- O quê? Conte isso direito, não me mate de angústia.
Revirando os olhos, Luciana contou detalhadamente que Gabriel era conhecido por ter uma língua grudenta e áspera. Fato esse provado e comprovado por todas que ele já tinha beijado.
- E olhe que foram muitas, a notícia da incomum língua de lixa correu a cidade e todas queriam testar.
- Todas queriam? Por quê? É gostoso o beijo? Afinal é uma língua especial, essa língua de lixa, deve fazer coisas maravilhosas – falou uma novamente animada Mônica, enfatizando bem o maravilhosas.
- Dizem que é nauseante o beijo. Não sei assim outras coisas, aparentemente ninguém avançou o sinal com ele.
- Luciana, me conte direito. O que tem de ruim em um beijo com língua de lixa, por que falam tão mal dele?
- Ah, Mônica, eu não sei, eu não o beijei, mas todo mundo que beijou odiou. Se você está tão curiosa, vá lá e o beije, tire logo essa dúvida, vá sentir aquela língua áspera e pegajosa grudando na sua.
- Calma, calma, não precisa se exaltar. Eu já acreditei que seja ruim esse beijo do língua de lixa, não quero mais experimentar não. Mas ele é tão lindo que eu estou pensando, será que se eu falar com jeitinho, ele se incomoda de pularmos os beijos e eu testar essa língua em outras partes?

6 comentários:
E C O W !!!!
jah vi q o texto trouxe recordações pra malvada. huahuahuahuahua
eu não tenho essa curiosidade! acredito em propaganda! se disseram que era asqueroso, eu acredito!
mas.... ECOW! que troço nojento!
O nome do tal lingua de lixa, não podia ser outro??? Grande amiga, viu??? Colocaste logo o nome do meu marido (hi,hi,hi) bjos, amei!!!
paty
Já assinei o RSS.
Muito bom, gostei do blog! Parabéns
Safadeeeeeeeenha!
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